sábado, 20 de fevereiro de 2010

Da ponta da caneta, ao fim da folha 
O poeta escreve as suas palavras
Escreve os seus sentimentos
Imprime a sua alma


Da claridade do dia, até ao escurecer da noite
Algo se forma e constrói
A arte, a mestria, a simplicidade 
das palavras que alguém escreve


Palavras soltas, tornadas belas com um simples gesto
sem pretenção ou argumento.


Simples frases escritas numa folha de papel que liga 
eternamente quem as escreveu e que as lê.


Pobres, ricos, literados e analfabetos, podem criar a sua 
própria linha, a sua frase, a sua sentença.


Perdidos no tempo, achados no papel, são estas as 
palavras que escrevo que torna-me mais do que nunca fui.


Por entre lágrimas e sorrisos, a estas palavras dou alma e coração
porque, um dia talvez, se tornem coração e alma da pessoa que
os lê...




Dr. Nobody M.D.