quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

Á quanto tenpo ...

Á quanto tempo, demasiado até olho para os teus olhos.
Faz demasiado tempo que não perco-me nos olhos mais simples que vi.
O que pensas quando olhas para mim?
Será que vês estes olhos cansados, estes olhos que fogem da fria realidade 
em buscado seu pequeno paraíso ?
Não. Certamente não verás isso.
Verás só o amor que uniu os teus olhos aos meus. 
Verás só o amor que uniu os teus olhos aos meus. 
Verás as caricias e as sublimes cores da nossa paixão em céus de estrelas carregados.
Á quanto tempo, demasiado até, não olho para os teus olhos.
Mas, caa vez que vês os meus, o que vês ?
Vês o amor que ainda brota da minha alma por ti ?
Vês os quadros que pintei na minha imaginação, um milhão de quadros só feitos
com a luz desses teus olhos.
Não os feches, peço-te.
Que os mantenhas abertos só para mim. Tal como dantes ...
Lembras-te ? 
Á quanto tempo, demasiado até,  não olho para os teus olhos.
Sinto-me só sem os teus olhos a olharem para os meus.
Estes olhos que serão sempre teus, agora fogem de mim.
Fogem para os teus, como duas chamas de uma fogueira.
Agora, lembro-me dos teus olhos, belos e simples, meigos e apaixonantes.
Só que agora, és tu que não vês os meus.
Á quanto tempo, demasiado até, já não olhas para os meus olhos.
Muito olhas e não encontras os olhos que viste e que te fizeram apaixonar-te.
Lembras-te ?
Fecha os olhos e e ouve-me.
Vês este coração ?
Olha nos seus olhos.
Abre agora os teus. 
Estou aqui.
Olhando
Estou aqui, bela e brilhante, doce e meiga, feliz e timida.
Agora que olhamos um para o outro, quero dizer apenas:
Amo-te.
Amo-te ver e ver os teus olhos nos meus.
Amo-te, vamos ver as estrelas.
Á quanto tempo, demasiado até, que amo olhar nos teus olhos e dizer: Amo-te Amor.
Á quanto tempo, que amo-te.